‘Life is getting harder day by day
And I don't know what to do, what to say, yeah
And my mind is growing weak every step I take’
Not alone – Mcfly.
Sabe quando você mergulha numa piscina, que a água vem em toda a sua transparência, encher seus ouvidos, tapá-los, e nada se pode ouvir, além do borbulho da água se revolvendo ao seu redor? E a sensação que lhe invade? Paz. É isso que se sente, a sensação de estar longe de todo mundo, só você, a água e a sua mente. E talvez, se você for eu, as vozes dentro dela. Mas nada disso importa, você está sozinho, por mais que a piscina esteja cheia, mas, aquele momento é seu. A sua paz, até que lhe falta o oxigênio e você tem que voltar a superfície e encontrar tudo de novo, perder a paz.
Eu queria viver numa piscina, na paz. Submersa, onde os problemas, onde a dor não poderia me atingir... Onde a lembrança de um beijo, seria só uma lembrança. Onde as bolinhas de ar, embaixo d’água seriam mais interessantes do que as bolinhas de água que transbordam dos meus olhos. As palavras poderiam ecoar na minha cabeça, a sua voz iria me obrigar a ouvi-las, mas... Eu estaria embaixo d’água, e lá, tudo é paz.
Embaixo d’água ninguém te julga, ninguém te aponta o dedo, ninguém te vê.
Se um dia eu sumir, me procure embaixo d’água. Ela não me faz esquecer tudo, mas me fascina, me distrai. Até que eu precise voltar à superfície novamente.
É como a noite que leva os meus dias, tão bela, tão escura e assustadora, porém, fascinante.
Se, mesmo com as minhas palavras sem jeito você não consegue entender o que eu digo... Pode ser que nunca saiba. A dor costuma ser mais intensa em alguns, mas a sensação da água nos ouvidos, eu tenho certeza que é a mesma. Experimente.
‘’A vida tem ficado difícil dia após dia, e eu, eu não sei o que fazer, o que falar, sim. E minha mente está enfraquecendo a cada passo que eu dou.’’
And I don't know what to do, what to say, yeah
And my mind is growing weak every step I take’
Not alone – Mcfly.
Sabe quando você mergulha numa piscina, que a água vem em toda a sua transparência, encher seus ouvidos, tapá-los, e nada se pode ouvir, além do borbulho da água se revolvendo ao seu redor? E a sensação que lhe invade? Paz. É isso que se sente, a sensação de estar longe de todo mundo, só você, a água e a sua mente. E talvez, se você for eu, as vozes dentro dela. Mas nada disso importa, você está sozinho, por mais que a piscina esteja cheia, mas, aquele momento é seu. A sua paz, até que lhe falta o oxigênio e você tem que voltar a superfície e encontrar tudo de novo, perder a paz.
Eu queria viver numa piscina, na paz. Submersa, onde os problemas, onde a dor não poderia me atingir... Onde a lembrança de um beijo, seria só uma lembrança. Onde as bolinhas de ar, embaixo d’água seriam mais interessantes do que as bolinhas de água que transbordam dos meus olhos. As palavras poderiam ecoar na minha cabeça, a sua voz iria me obrigar a ouvi-las, mas... Eu estaria embaixo d’água, e lá, tudo é paz.
Embaixo d’água ninguém te julga, ninguém te aponta o dedo, ninguém te vê.
Se um dia eu sumir, me procure embaixo d’água. Ela não me faz esquecer tudo, mas me fascina, me distrai. Até que eu precise voltar à superfície novamente.
É como a noite que leva os meus dias, tão bela, tão escura e assustadora, porém, fascinante.
Se, mesmo com as minhas palavras sem jeito você não consegue entender o que eu digo... Pode ser que nunca saiba. A dor costuma ser mais intensa em alguns, mas a sensação da água nos ouvidos, eu tenho certeza que é a mesma. Experimente.
‘’A vida tem ficado difícil dia após dia, e eu, eu não sei o que fazer, o que falar, sim. E minha mente está enfraquecendo a cada passo que eu dou.’’


Nenhum comentário:
Postar um comentário